Vejo que o papel do professor do AEE é um papel fundamental para que o aluno com deficiência consiga ser incluído na escola. Este papel não deve ser confundido com o papel de profissionais do atendimento clínico embora suas atribuições possam ter articulações com esses profissionais. Ele garante à participação deste aluno no contexto escolar através de recursos e atendimentos muitas vezes oferecidos na SRM onde esta deverá ter recursos adaptados as necessidades de cada aluno.
É também seu papel produzir materiais didáticos e pedagógicos, tendo em vista as necessidades específicas desses alunos na sala de aula do ensino regular proporcionando o desenvolvimento de ferramentas intelectuais que facilitarão sua interação escolar e social.
O estudo de caso serve para responder questionamentos que o pesquisador não tem muito controle sobre o fenômeno estudado. É fundamental para que o professor conheça o seu aluno e suas particularidades para além da sua condição cognitiva. Ele possibilita a obtenção de uma visão mais completa sobre o processo.
O plano do AEE contribui muito para o desenvolvimento do trabalho feito com o aluno deficiente. Este contem metas, estratégias que farão o aluno alcançar os objetivos propostos. Para isso vejo a necessidade do professor da sala regular e o professor do AEE envolverem-se para que seus objetivos de ensino sejam alcançados, compartilhando um trabalho interdisciplinar e colaborativo.

Oi Mônica!
ResponderExcluirLi seu comentário no meu blog faz tempo mas estou respondendo somente agora!
Então, eu tb tenho letras móveis, trabalho com atividades de alfabetização quando vejo que o aluno está pronto para isso... Mas o meu foco são jogos e estratégias que façam com que ele avance na classe regular.. Sim, mas esta questão é bem difícil e eu tb me confundo muito com isso. Acho bem legal pra discutirmos :)