terça-feira, 11 de março de 2014

Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar

A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR – ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO EM CONSTRUÇÃO


O texto nos leva a refletir sobre a educação escolar da PS ao longo da história tendo como foco o gestualismo e oralismo.
 “A questão do bilinguismo numa visão pós-moderna leva a pensar no aluno como um ser biopsicossocial, cognitivo, cultural.” (Damázio e Ferreira, 2010, p.46)
A educação especial na perspectiva da Educação Inclusiva aponta o Atendimento Educacional especializado para a PS com uma metodologia vivencial onde o aluno aprende a aprender.
“No decorrer da história o choque entre gestualismo x oralismo vem prejudicando as possibilidades da PS. Precisamos enxergar possibilidades na PS através da nova política de Educação Inclusiva onde não só para valer os direitos, mas para propor mudanças garantindo a qualidade e eficiência das práticas pedagógicas.” (Damázio e Ferreira, 2010, p.48).
Temos atualmente o bilinguismo autenticado pelo decreto 5626 de 5 de dezembro de 2005 que garante o direito da PS a LIBRAS e a Língua Portuguesa, preferencialmente na modalidade escrita, onde as duas ocorrem de forma simultânea no ambiente escolar.
O AEE tem como princípio básico respeitar os dispositivos legais da educação bilíngue em que a LIBRAS e a Língua Portuguesa estabelece línguas de instrução no desenvolvimento do processo educativo.
Com isso percebemos que o fracasso escolar não se dá pelo fato de se enfatizar uma ou outra língua, mas por problemas de qualidade das práticas pedagógicas.
Por isso com a metodologia do aprender a aprender onde o aluno pensa, questiona, levanta hipóteses, entra em conflitos, confronta-se com estruturas anteriores, descobre o ato conseguido aplicando no cotidiano de sua vida o aluno pode demonstrar possibilidades de estudar numa escola comum.
Observando todos os aspectos relacionados com a nova Perspectiva Inclusiva da Educação da PS, podemos concluir que o AEE vem oferecendo serviços e recursos que complementem o trabalho no ensino comum proporcionando autonomia para o aluno dentro e fora da escola.
Precisamos estabelecer novos paradigmas acerca da inclusão da pessoa com deficiência, tanto no espaço escolar quanto no social. A proposta inclusiva de Educação Escolar da Pessoa com Surdez é um desafio, não impossível, porém, necessária e com grandes possibilidades de se efetivar. 

Referência:

DAMÁZIO, M. F. M.; FERREIRA, J. Educação Escolar de Pessoas com Surdez-Atendimento Educacional Especializado em Construção. Revista Inclusão: Brasília: MEC, V.5, 2010. p.46-57.






quinta-feira, 6 de março de 2014


A GAROTA E O VIOLINO








PAI SURDO

VOCÊ FARIA A MESMA  COISA?



TIPOS DE APARELHOS AUDITIVOS


SISTEMA FM


O que é o sistema FM? 

O sistema FM (transmissor de FM/receptor de FM) funciona, basicamente, como um microfone sem fio, que transmite o som diretamente para o ouvido. Um microfone (utilizado pela fonte sonora) capta o sinal desejado e o envia diretamente a um ou dois receptores (conectados ao aparelho auditivo). Com a amplificação adequada, o resultado é uma conexão clara e direta entre a fonte sonora e quem usa o aparelho; a voz é transmitida ao receptor como se quem está falando estivesse bem perto do ouvinte, sem a interferência do ruído de fundo e nem a diminuição do volume causada pela distância.

Por que utilizar o sistema FM nas escolas? 

O ambiente de uma sala de aula apresenta dois problemas básicos para a criança que usa aparelho auditivo: o ruído de fundo e a distância entre o professor e o aluno. O ruído de fundo normal de uma sala de aula, que nem precisa ser alto, gera desconforto e dificuldade de compreensão. A distância entre o interlocutor e o ouvinte também agrava esses problemas, já que quanto maior a distância entre o professor e o aluno, menor será o volume de sua voz ouvido pela criança. O sistema FM é de fundamental importância porque elimina essas duas dificuldades na plena compreensão do que é falado, já que elimina o ruído e supera a perda de energia do som causada pela distância.

IMPLANTE COCLEAR

O que é implante coclear?

O implante coclear (popularmente conhecido como “”ouvido biônico”") é uma moderna técnica para recuperação auditiva de indivíduos com formas de perda auditiva profunda. Envolve, além do processo cirúrgico, uma completa avaliação pré-operatória e um monitoramento multidisciplinar com médicos otorrinolaringologistas, fonoaudiólogas e psicólogos.O Implante Coclear é um equipamento eletrônico computadorizado implantado cirurgicamente no ouvido do paciente que estimula o nervo da audição através de pequenos eletrodos que são colocados dentro da cóclea e o nervo leva estes sinais para o cérebro. É o recurso mais avançado existente no mundo para o tratamento da surdez.Trata-se de um equipamento que substitui totalmente o ouvido de pessoas que tem surdez total ou quase total e que não se beneficiam do uso de próteses auditivas convencionais. É um aparelho muito sofisticado que foi uma das maiores conquistas da engenharia ligada à medicina. Já existe há alguns anos e hoje mais de 150.000 pessoas no mundo já o estão usando. No Brasil cerca de 2.000 pessoas já utilizam este aparelho.
Para que você saiba o que é e como funciona o implante coclear é importante que você conheça como é e como funciona o ouvido normal.
O SISTEMA AUDITIVO:O ouvido é constituído de várias partes, cada uma com uma função específica:
1-Ouvido externo: é a parte visível, constituída pela orelha e pelo canal do ouvido.
2-Orelha média: é composta pela membrana do tímpano e por 3 pequenos ossos (martelo, bigorna e estribo).
3-Orelha interna: formada pela cóclea, que contém as células com pequenos pelinhos (cílios) que transformam a vibração em sinais elétricos sensoriais da audição (células ciliadas).
4- Nervo auditivo: os impulsos elétricos são transmitidos ao nervo auditivo, e daí conduzidos até o cérebro, onde serão interpretados.