quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

ENCONTREI ESSE E NO YOUTUBE TEM VÁRIOS VALE A PENA PESQUISAR:

AUDIODESCRIÇÃO

O uso da audiodescrição favorece a formação de conceito (o que é, como é, como funciona etc.)por pessoas com cegueira ou baixa visão, uma vez que são recursos audiovisuais, nos quais são descritos o, as características dos personagens, seus movimentos, jeito que estão fazendo, como estão vestidos, tudo o que acontece em senas sem diálogos; proporcionando as pessoas com deficiência não só visual mas também intelectual e pessoas idosas ou com dificuldade de percepção, acompanhar e compreender todo o cenário com independência.
No aspecto pedagógico vem sendo um recurso muito importante para as pessoas cegas que muitas vezes ficam excluídas do contexto escolar. Segue abaixo uma história com a turma da Monica ótima para ser usada como um auxílio da tecnologia assistida ao Cego.
 
 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Jogos para deficientes intelectuais

JOGOS  E ATIVIDADES PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS

Os jogos e brincadeiras para as crianças com deficiência intelectual constituem atividades primárias que trazem grandes benefícios do ponto de vista físico, intelectual e social.
De acordo com VYGOTSKY(1998), a arte de brincar pode ajudar a criança com necessidades educativas especiais a desenvolver-se, a comunicar-se com os que a cercam e consigo mesma.
O jogo como recurso didático pode contribuir para o aumento das possibilidades de aprendizagem da criança com deficiência intelectual, pois a criança poderá vivenciar as situações do ensino-aprendizagem, exercendo sua criatividade e expressividade, interagindo com outras crianças, exercendo a cooperação e aprendendo com o grupo.

Existem diversos jogos que auxiliam o aluno no processo cognitivo e um avanço em sala de aula. Abaixo segue alguns  exemplos:





Materiais necessários:

1 envelope;
Duas figuras iguais, mas uma em tamanho pequeno e outra grande;
Cartolina;
Canetinhas.
Modo de preparo do jogo:
A figura pequena colar no lado de fora do envelope;
A figura grande colar em uma cartolina, cortar em diversos pedaços e colocar dentro do envelope;
Em pequenas fichas escrever com canetinha o nome da figura e colocar dentro do envelope.
Para brincar é só entregar para cada criança um envelope. Elas devem montar o quebra-cabeça da imagem e da palavra.
Faça vários envelopes com imagens diferentes.


BOLICHE NUMÉRICO

EXPECTATIVA DE APRENDIZAGEM:       
• Desenvolver o raciocínio lógico

Os pontos serão registrados em um cartaz.




A CAIXA MÁGICA BRINCANDO DE ACHAR LETRAS

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM:
• Identificar as letras de seus nomes e do nome da professora.
• Observar qual a letra que mais apareceu, a que menos apareceu o maior nome, o menor nome.
• Classificar as palavras colocando-as em ordem alfabética.

DESENVOLVIMENTO:
• Os alunos formarão seus nomes com o alfabeto móvel. em seguida, cada um deverá colocar uma argola em cada letra de seu nome. No final, será possível observar quais letras foram mais utilizadas, quais menos aparecem nos nomes, letra inicial e final das palavras, nomes maiores e menores...
Obs.: A atividade pode também ser realizada com outras palavras.









sábado, 7 de setembro de 2013

VOCALIZADORES


São recursos eletrônicos de Comunicação Alternativa Aumentativa (CAA) que reproduzem vozes gravadas ou sintetizadas previamente, auxiliando a comunicação das pessoas privadas de fala em seu dia-a-dia. 


Usos possíveis do vocalizador na escola:

  • Conversar com os colegas e professores;
  • Participar de peças de teatro, leituras de livros, versos e músicas, formular e responder perguntas, cumprimentar, fazer escolhas, etc.; 
  • O professor pode gravar no vocalizador do aluno letras, sílabas, palavras ou frases que façam parte da atividade proposta, cabendo à criança optar pelo mais adequado ao momento (por exemplo, escolher o verso de uma música e reproduzi-lo na sequência correta). Dessa forma, ela poderia acompanhá-la do mesmo modo que o restante da turma.
Exemplos de vocalizador:


iTalk2 é ótimo para fazer e responder perguntas. São grandes as possibilidades de uso em apenas 2 minutos.
É possível acionar um brinquedo ou equipamento para um reforço positivo imediato. 
Um tampo de plástico transparente em cada um dos botões abriga o símbolo gráfico que representa a mensagem gravada.


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

AEE – FECHAMENTO- MONICA

Vejo que o papel do professor do AEE é um papel fundamental para que o aluno com deficiência consiga ser incluído na escola. Este papel não deve ser confundido com o papel de profissionais do atendimento clínico embora suas atribuições possam ter articulações com esses profissionais. Ele garante à participação deste aluno no contexto escolar através de recursos e atendimentos muitas vezes oferecidos na SRM onde esta deverá ter recursos adaptados as necessidades de cada aluno.
É também seu papel produzir materiais didáticos e pedagógicos, tendo em vista as necessidades específicas desses alunos na sala de aula do ensino regular proporcionando o desenvolvimento de ferramentas intelectuais que facilitarão sua interação escolar e social.



O estudo de caso serve para responder questionamentos que o pesquisador não tem muito controle sobre o fenômeno estudado. É fundamental para que o professor conheça o seu aluno e suas particularidades para além da sua condição cognitiva. Ele possibilita a obtenção de uma visão mais completa sobre o processo.
O plano do AEE contribui muito para o desenvolvimento do trabalho feito com o aluno deficiente. Este contem metas, estratégias que farão o aluno alcançar os objetivos propostos. Para isso vejo a necessidade do professor da sala regular e o professor do AEE envolverem-se para que seus objetivos de ensino sejam alcançados, compartilhando um trabalho interdisciplinar e colaborativo.

sexta-feira, 24 de maio de 2013


SUPERAÇÃO

Sala Multifuncional

De acordo com LDBEN – Lei nº. 9.394/96, no parecer do CNE/CEB nº. 17/01, na Resolução CNE/CEB nº. 2, de 11 de setembro de 2001, na lei nº. 10.436/02 e no Decreto nº. 5.626, de 22 de dezembro de 2005 fica assegurado às pessoas com necessidades educacionais especiais o direito à educação (escolarização) realizada em classes comuns e ao atendimento educacional especializado complementar ou suplementar à escolarização em sala de recurso multifuncional onde há equipamentos materiais e profissionais com formação. Esse atendimento apoia, complementa e suplementa os serviços educacionais comuns não devendo ser confundido com reforço escolar ou mera repetição dos conteúdos programáticos desenvolvidos na sala de aula.

Reflexão sobre EAD

O ensino a distância é uma nova modalidade de educação que privilegia o tempo que o aluno possui para se dedicar aos seus estudos, pois na maioria das vezes existem aquelas pessoas que gostariam de ter uma formação continuada mais não dispõem de tempo, e com a ensino a distância o aluno tem a possibilidade de continuar estudando, sem que se perca a qualidade da educação. 
Outro ponto fundamental é que ele estará em contato direto com o seu tutor, podendo tirar suas duvidas sempre que necessário, também estará em constante troca de informações com os seus amigos de curso. 
O ensino a distância já é realidade em grande parte do mundo desenvolvido e é uma tendência cada vez mais presente nos ensinos médio e superior. Neste mundo cada vez mais desenvolvido, concorrido e dinâmico, se preparar para o mercado de trabalho e se capacitar constantemente deixaram de ser um diferencial e se tornou uma necessidade. Hoje em dia, bibliotecas inteiras cabem em um simples celular e a comunicação é em tempo real em qualquer lugar do planeta onde se tenha um mínimo de desenvolvimento. É lógico que a Educação iria acompanhar todo esse desenvolvimento e está. A questão que se coloca quando se propõem a criticar tal modalidade de ensino de que não existe o contato olho no olho com o professor, está cada vez mais entrando em desuso dado o ganho de possibilidades que se apresentam em tornar o ensino dinâmico, aberto a discussões, sem formalidades desnecessárias e que fazem com que os participantes desenvolvam e pratiquem a autodisciplina, pois fazem porque gostam e querem aprender e não por obrigação. 
Como nos diz Moran: “É difícil manter a motivação no presencial e muito mais no virtual, se não envolvermos os alunos em processos participativos, afetivos, que inspirem confiança.” Diante disso acredito que as experiências que trocaremos aqui serão muito válidas não só para nosso desenvolvimento na profissão, mas também nos tornarão pessoas melhores. Espero contar com todos. Obrigada...